Livro disponível para pré-venda: 8 a 26 de janeiro de 2026
Chega às bancas: 27 de janeiro de 2026
3 de fevereiro de 2026, 18:00, Sede da Ordem dos Engenheiros, Lisboa
14 de fevereiro de 2026, 16:00, Biblioteca Municipal de Barcelos, Barcelos
18 de fevereiro de 2026, 18:00, Sede da Ordem dos Engenheiros Região Norte, Porto
11 de março de 2026, 18:00, Biblioteca Carlos Fiolhais, Coimbra
Data a definir, Braga
«Nesta obra reencontramos essa verdade essencial: a engenharia é, acima de tudo, uma ciência humanista, feita de pessoas e para pessoas, de valores, de ética e de responsabilidade.» – do prefácio – Engenheiro Fernando de Almeida Santos
«Os exemplos são ilustrativos. E a linguagem prende o leitor.» – do pósfácio – Professor Carlos Fiolhais
«... este é o livro que nos ensina que a função da engenharia é simplificar, mas que se o risco se minimiza, tal não significa que se anule.» - Manuel Fonseca, Gradiva
A ciência descobre, a engenharia cria sintetiza, na forma de 12 axiomas (e meio), alguns princípios essenciais que ligam a engenharia às pessoas, à sociedade e à Natureza.
Neste livro, Elói Figueiredo e Carlos Matias Ramos mostram-nos que a engenharia é uma instituição humana que articula pes- soas e organizações com tecnologias, criando redes de colaboração que viabilizam a troca, o processamento e a aplicação do conhecimento técnico-científico.
Sabendo que foi a engenharia que nos trouxe a inteligência artificial, os autores defendem que, para onde quer que a máquina nos leve, a engenharia só fará sentido enquanto servir o ser humano e coevoluir com a Natureza.
Num tempo de grande incerteza direcional, este livro promove a capacidade criadora da engenharia como uma disciplina que está ao serviço da sociedade, independentemente do seu desenvolvimento económico e social e do sistema político vigente.
«… o desafio [da engenharia] passa pela preparação de profissionais para empregos que ainda não existem, para o uso de tecnologias que ainda não foram inventadas e para solucionar problemas que ainda nem sabemos que o são.»
«Neste tempo de desafios globais – ambientais, digitais, sociais –, a engenharia não pode ser neutra. Deve continuar a criar, mas sobretudo deve continuar a cuidar das pessoas, da Natureza e do futuro.»
«Com a esperança de que a engenharia é eterna, tal como o ser humano, mas que as soluções de engenharia são finitas, tal como cada um de nós, definimos as soluções na base do princípio da seleção natural de Darwin.»
«Este livro é um convite à reflexão de cada um de nós. Não pretende estabelecer verdades, mas sim abrir caminhos alternativos para estudantes, profissionais, decisores económicos e políticos e, em geral, cidadãos. Porque a engenharia, sendo uma instituição humana, é construída coletivamente para todas as gerações.»